-Posso te contar um segredo?
-Huummm, pode.
-Eu amo você.
(...)
sábado, 27 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Te aguardo na plataforma nove.
Se coubesse a mim a decisão de escolher um único ponto de aprendizado dentro os muitos que podem ser relacionados à sétima arte eu escolheria o clichê.
Por traz de todo conhecimento técnico, todos os roteiros fantásticos, os documentários, por traz de toda moda alternativa, todo falso e real intelectualismo, daquela cena que você considera um clássico do lirismo moderno, por traz de toda filosofia cinematográfica, estão os clichês.
Muitos "amantes" do cinema podem me criticar, mas difícil não é entender (com exceção de island empire) as maluquices de David Lynch ou a perturbada Psicologia de Von Trier, difícil mesmo são entender os clichês. Os clichês são o que nos filmes, enxergo maior proximidade à vida. A grande maioria de nós nunca esteve em uma guerra, nunca cometeu assassinatos ou teve de salvas os estados unidos da América, mas acredito que quase a totalidade das pessoas aqui já gostou de outra pessoa e acabou se sentindo triste por causa de um fato ou outro, algumas como eu até acabaram escrevendo sobre isso.
Não sei se aprendizado seria a palavra correta, sentir talvez caísse melhor, pois foi sentir e pensar em um clichê que me levou a fazer a comparação.
Um dos maiores clichês existentes se referem a presidiários e diz que todos na cadeia são inocentes, salvas as devidas proporções, os que realmente são inocentes entendem como estou me sentindo e sabem que quando culpado é muito mais fácil se defender por poder criar o argumento que bem entender já que sua defesa é baseada em mentiras, enquanto nós inocentes só contamos com a verdade.
Certamente aprendizado não seria a palavra correta.
Romances, estes são recheados de clichês e a vida é recheada de romances, talvez alguns diretores consigam transformar amores em clichê, mas nenhum clichê poderá um dia definir o amor, a amizade, o bem que uma pessoa pode fazer a outra, por isso é difícil entender os clichês , eles são carregados de sentimentos, e sentir é muito mais difícil que aprender.
Sentir definitivamente é a palavra correta.
Racionalmente eu não pegaria um vôo atrás de alguém que está partindo, não pediria desculpas que acredito não serem necessárias, não faria nenhuma maluquice que aprendi na sessão da tarde, acredito que quase ninguém faria isso, se fizesse foi por que aprendeu ao invés de sentir, eu estou sentindo e estou fazendo o acredito ser o equivalente a essas maluquices na vida real, tentando explicar o inexplicável através de palavras.
E se a vida pode tirar algo dos clichês, eu espero que no final de tudo certo entre nós.
Desça do avião estou esperando.
Por traz de todo conhecimento técnico, todos os roteiros fantásticos, os documentários, por traz de toda moda alternativa, todo falso e real intelectualismo, daquela cena que você considera um clássico do lirismo moderno, por traz de toda filosofia cinematográfica, estão os clichês.
Muitos "amantes" do cinema podem me criticar, mas difícil não é entender (com exceção de island empire) as maluquices de David Lynch ou a perturbada Psicologia de Von Trier, difícil mesmo são entender os clichês. Os clichês são o que nos filmes, enxergo maior proximidade à vida. A grande maioria de nós nunca esteve em uma guerra, nunca cometeu assassinatos ou teve de salvas os estados unidos da América, mas acredito que quase a totalidade das pessoas aqui já gostou de outra pessoa e acabou se sentindo triste por causa de um fato ou outro, algumas como eu até acabaram escrevendo sobre isso.
Não sei se aprendizado seria a palavra correta, sentir talvez caísse melhor, pois foi sentir e pensar em um clichê que me levou a fazer a comparação.
Um dos maiores clichês existentes se referem a presidiários e diz que todos na cadeia são inocentes, salvas as devidas proporções, os que realmente são inocentes entendem como estou me sentindo e sabem que quando culpado é muito mais fácil se defender por poder criar o argumento que bem entender já que sua defesa é baseada em mentiras, enquanto nós inocentes só contamos com a verdade.
Certamente aprendizado não seria a palavra correta.
Romances, estes são recheados de clichês e a vida é recheada de romances, talvez alguns diretores consigam transformar amores em clichê, mas nenhum clichê poderá um dia definir o amor, a amizade, o bem que uma pessoa pode fazer a outra, por isso é difícil entender os clichês , eles são carregados de sentimentos, e sentir é muito mais difícil que aprender.
Sentir definitivamente é a palavra correta.
Racionalmente eu não pegaria um vôo atrás de alguém que está partindo, não pediria desculpas que acredito não serem necessárias, não faria nenhuma maluquice que aprendi na sessão da tarde, acredito que quase ninguém faria isso, se fizesse foi por que aprendeu ao invés de sentir, eu estou sentindo e estou fazendo o acredito ser o equivalente a essas maluquices na vida real, tentando explicar o inexplicável através de palavras.
E se a vida pode tirar algo dos clichês, eu espero que no final de tudo certo entre nós.
Desça do avião estou esperando.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Desejo.
Sentimentos misturam-se em sua cabeça.
Ela não sabe o que quer,o que pensa, o que sente.
Se são saudades, lembranças ou desejos.
Atordoada em seus pensamentos tenta se definir em uma posição que só a ela cabe definir, a ela, e talvez a ele.
Sente saudades dele, e do romance que nunca tiveram.
Tenta inutilmente pensar sobre a idéia que este tem sobre eles, desiste acreditando ser impossível uma pessoa que não consegue entender os próprios sentimentos conseguir decifrar os dos outros.
O beijo que deram ainda não foi o suficiente para criar um romance, mas a umidade de seus lábios com leve gosto de cerveja não saíram de suas lembranças.
Quantas lembranças boas com ele, um filme no fim de tarde, um abraço na chuva, uma piada idiota seguida de um sorriso lindo.
A felicidade trazida pelas lembranças partem com a chegada de uma pontada de trizteza no peito, ela não quer viver de lembranças passadas quer novos momentos. Momentos novos,melhores e mais intensos, com ele.
Sua cabeça ainda viaja em pensamentos, planos, sentimentos. Quanto mais pensa, mais confusa fica.
Ela sabe que não o ama.
Recusa-se a tomar uma resposta final que ela mesma já conhecia e prefere se remoer em esperanças, angustias. Prefere fingir não saber o que quer, disfarçar o que pensa e esconder o que sente. Sabe que não sente saudades e que as lembranças são apenas desculpas para o coração. O que realmente meche com ela é o desejo.
Ela sabe que não o ama, mas deseja.
Uma coisa que ela não sabe, é que ele sente o mesmo.
Ela não sabe o que quer,o que pensa, o que sente.
Se são saudades, lembranças ou desejos.
Atordoada em seus pensamentos tenta se definir em uma posição que só a ela cabe definir, a ela, e talvez a ele.
Sente saudades dele, e do romance que nunca tiveram.
Tenta inutilmente pensar sobre a idéia que este tem sobre eles, desiste acreditando ser impossível uma pessoa que não consegue entender os próprios sentimentos conseguir decifrar os dos outros.
O beijo que deram ainda não foi o suficiente para criar um romance, mas a umidade de seus lábios com leve gosto de cerveja não saíram de suas lembranças.
Quantas lembranças boas com ele, um filme no fim de tarde, um abraço na chuva, uma piada idiota seguida de um sorriso lindo.
A felicidade trazida pelas lembranças partem com a chegada de uma pontada de trizteza no peito, ela não quer viver de lembranças passadas quer novos momentos. Momentos novos,melhores e mais intensos, com ele.
Sua cabeça ainda viaja em pensamentos, planos, sentimentos. Quanto mais pensa, mais confusa fica.
Ela sabe que não o ama.
Recusa-se a tomar uma resposta final que ela mesma já conhecia e prefere se remoer em esperanças, angustias. Prefere fingir não saber o que quer, disfarçar o que pensa e esconder o que sente. Sabe que não sente saudades e que as lembranças são apenas desculpas para o coração. O que realmente meche com ela é o desejo.
Ela sabe que não o ama, mas deseja.
Uma coisa que ela não sabe, é que ele sente o mesmo.
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